repto
eis uma síntese de perguntas - de autoria de inês mota - relacionadas com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez:
α) a mulher que aborta deve ser punida?
β) a lei actual tem cumprido a sua função preventiva?
γ) o que é que mudou desde 1998?
δ) não deve ser a sociedade a combater o flagelo do aborto - em especial, do aborto clandestino - e não o «braço duro» do direito penal?
ε) deve continuar-se a «fechar os olhos» aos perigos do aborto clandestino?
ζ) acreditas que as mulheres utilizam o aborto como método contraceptivo?
η) acreditas que a decisão das mulheres em abortar é uma decisão leviana, imponderada e irreflectida?
θ) se nada mudou, não se deve concluir, então, que a lei penal perdeu a sua razão de ser e levar às últimas consequências a máxima segundo a qual «o direito penal não se coaduna com funções simbólicas»?
se algum apoiante do «não», defendendo o seu ponto de vista, me responder, de modo convicente, a qualquer uma destas perguntas, comprometo-me a votar «não» no referendo do próximo dia 11 de fevereiro.

5 comentários:
O "não" é predominante na resposta a este "questionário".
É por todos eles e mais uns quantos que vou votar "sim"!
Inês Mota
inês mota: a minha única leitora!
Nao precebo o objectivo do questionario. Posso falar das minha convicçoes, mas que serviria?? certamente, como boa jurista que és, ja possuis contra-argumentos para tudo. Foi uma grande jogada:P
Gonçalo, no principio é dificil. Mas sempre tens mais vizitantes que eu.
Eu, nuno, sou este maskaranhas
Bom, apesar de não me ter manifestado, pois não tenho o teu dom da escrita, fui leitora etenta e devo dizer-te que adorei a tua prosa e a forma como abordas o assunto.é sempre gratificante vermos que os jovens se preocupam e lutam e defendem as suas idéias.Parabéns.Como vês a inês não tem a exclusividade.
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